A segunda fase desta 1ª Guerra Mundial está a ser marcada pela passagem a uma Guerra de Trincheiras.
Testemunhas revelam que têm sido os próprios soldados a cavar as trincheiras, e que estas podem chegar até aos 2,5 metros de profundidade, e 2 metros de largura, para que os combatentes tenham espaço para se movimentarem.
Estas são protegidas por sacos de areia, para minimizar o impacto dos tiros e dos estilhaços das bombas. À frente desses sacos de areia, as coberturas de arames farpados, algumas eletrificados, impedem a aproximação do inimigo. A profundidade das trincheiras não permite observar o campo de batalha, por isso estão a ser construídas algumas elevações para se alcançar o nível de visão adequado do combate e também o acesso às armas.
Esta tem sido a fase mais sangrenta, e na qual se verificam as piores condições humanas de sobrevivência num campo de batalha. Milhares de soldados estão há meses dentro dos túneis, tendo que lutar, comer e dormir encharcados.
