A capital francesa tornou-se um autêntico refúgio para artistas que não querem combater na Grande Guerra e querem prosseguir com a sua arte.
Amadeo de Souza-Cardoso, Santa-Rita Pintor, Eduardo Viana, Manuel Jardim, Francisco Smith, Emmérico Nunes, Domingos Rebelo, Manuel Bentes ou os irmãos Henrique e Francisco Franco são alguns dos nomes da vanguarda artística portuguesa a viver em Paris.

Amadeu de Souza-Cardoso
Mário de Sá-Carneiro tem escrito vários textos sobre a guerra e troca correspondência com Fernando Pessoa sobre a degradação vivida pelos portugueses no conflito.
