Fotografias em autocromo vêem a luz do dia

“Autocromo” foi uma tecnologia francesa que permitiu registar a Primeira Guerra Mundial através de fotografias a cores. Contudo, esta técnica não era muito comum e, por isso, foi pouco utilizada.

©Mark Jacobs Archive

A técnica foi patenteada em 1903 pelos irmãos Lumière e comercializada em 1907 pela primeira vez. Dado que a técnica surgiu em França, o exército francês é quem dispõe de mais fotografias a cores, no que diz respeito a este conflito.

Arnaldo Garcez fotografa Guerra

Na I Guerra Mundial, Arnaldo Garcez integra as tropas portuguesas, tornando-se assim num dos primeiros fotógrafos a ser repórter de guerra. As suas imagens resumem-se a aspectos do quotidiano, nunca mostrando imagens de sofrimento do mesmo, naturalmente impedido pelos objectivos do seu trabalho e pela necessidade de não desmoralizar as populações que no país nada sabiam sobre o sofrimento dos seus parentes.

Carreira de tiro – Arquivo Histórico Militar

Militares nas trincheiras – Arquivo Histórico Militar

Treino com máscaras de gás – Arquivo Histórico Militar

Joshua Benoliel: o fotógrafo da Guerra

Filho de pais britânicos, mas a residir em Portugal, Joshua Benoliel é já considerado o criador da reportagem fotográfica em Portugal. Fez registos dos reis D. Carlos ou D. Manuel II e das revoltas da I República e agora encontra-se na Flandres. Tem enviado fotografias para os jornais como O Século, Ilustração Portugueza ou Atlântida.

O intimismo e humanismo das suas fotografias em cenários de tensão ou sofrimento são um dos mais bem conseguidos reportórios fotográficos ilustrativos da I Grande Guerra. Os momentos de despedida dos militares portugueses das suas famílias são de grande emoção.

Fotógrafo português mostra imagens da Guerra

Apesar do devastador cenário de guerra em que se encontra o continente europeu, Joshua Benoliel tem enviado aos jornais portugueses chocantes fotografias.

Embarque do Corpo Expedicionário Português para a Flandres

Embarque do Corpo Expedicionário Português para a Flandres

Considerado o pai do fotojornalismo, Joshua Benoliel é um dos principais repórteres fotográficos em Portugal. Fez registos dos reis D. Carlos ou D. Manuel II e das revoltas da I República e agora encontra-se na Flandres. Tem enviado fotografias para os jornais como O Século, Ilustração Portugueza ou Atlântida.

O intimismo e humanismo das suas fotografias em cenários de tensão ou sofrimento são um dos mais bem conseguidos reportórios fotográficos ilustrativos da I Grande Guerra. Os momentos de despedida dos militares portugueses das suas famílias são de grande emoção.